Espaço da Indústria une empresas consagradas e novos empreendedores

Máquina de quebrar castanha é um dos atrativos do espaço (Foto: Alexandre Noronha/Secom)

Com 90 estandes, o Espaço da Indústria na Expoacre 2017 reúne expositores experientes e iniciantes. A expectativa de todos é a mesma: fechar bons negócios durante a maior feira que é uma vitrine com um público diversificado.

“O setor da indústria é a coqueluche, que está chamando a atenção aqui. Para nossa boa surpresa, o designer, acabamento, a

qualidade dos produtos está de parabéns. Pelo que pude verificar nessa visita que estou fazendo hoje, a indústria está consolidada no Acre”, pontuou Sibá Machado, secretário de Estado de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis.

Aposta em bons negócios

Pelo segundo ano consecutivo, Marta Souza, da MDF Decor, expõe seus produtos na Expoacre. São quadros em MDF dos mais variados modelos, porta-chaves e outras peças de MDF para decoração.

Além do capricho nas peças que são produzidas na empresa acreana, os preços dos produtos são bem atraentes: variam de R$ 18 a R$ 45.

“Gostamos de participar ano passado. Tivemos um bom retorno dos clientes e, por isso, resolvemos voltar este ano. A expectativa é superar as vendas do ano passado e acreditamos que vamos conseguir porque estamos trazendo muitas novidades”, revelou a empresária.

Atrativos diferenciados para o público

A estudante Laiza Aparecida veio com a família de Senador Guiomard e aproveitava um dos atrativos do estande da Cooperacre, uma máquina de quebrar castanhas. “Nunca tinha usado uma dessas antes. É bem legal. Muito melhor que quebrar a castanha com martelo”, comentou a estudante.

Outros expositores apostam na degustação de seus produtos. Uma maneira de conquistar clientes e deixar a marca mais conhecida no mercado.

Consagrado como o endereço da indústria moveleira, o espaço tem uma novidade trazida pelo empresário Bley Pacheco, da Brutos Móveis Rústicos. Ele e o sócio decidiram investir no reaproveitamento de madeiras que seriam descartadas.

“Tem um mercado grande para isso, não só no Acre, mas para outros estados e exportar para países como o Peru e Bolívia. Há muitos anos tinha essa vontade de trabalhar com móveis rústicos. Estamos dando valor comercial para o que seria descartado por serrarias. Nossa expectativa é conquistar os clientes e vender todas as peças que estamos expondo”, contou Bley.

Completando a participação na sétima edição consecutiva a CooperFeijó e a Cooperativa de Produção dos Moveleiros do Estado do Acre se uniram e, este ano, oferecem aos clientes a consultoria de uma arquiteta. “O cliente pode trazer seu projeto que ela vai indicar a melhor maneira de utilizar os móveis que adquirir no estande”, anunciou Domingos Sávio, representante das cooperativas.

A variedade de produtos expostos no espaço agrada quem passa pelo local, como a visitante Selma Kea. Ela conta que todos os anos prestigia a maior feira negócios e entretenimento do estado, sempre acompanhada pelo esposo e filho. “Gostei muito do que já vi por aqui e espero que esse ano a feira seja bastante movimentada”, disse Selma Kea.